Lucas Blanco embarca novamente no Carrossel do Cirilo para mais um bate-papo fora de série sobre Alegria Autêntica. Vem com a gente!

Alegria e felicidade

Alegria e felicidade estão interligados, mas alguém que tenha alegria autêntica não necessariamente é feliz. Felicidade é um conceito filosófico ligado a questões que muitas pessoas têm dificuldade em alcançar. Mas a alegria não, quem tem alegria é sempre alegre.

Alegria autêntica é ter uma alegria que seja legítima, sua, sincera. Ela é verdadeira e justificada porque existe dentro de você. Não é agir para se mostrar, é uma expressão verdadeira ligada à nossa identidade.

Nutrição e identidade

Nós buscamos nos nutrir de uma série de coisas (alimento, informação, espiritualidade, etc). Quando essa nutrição vem de coisas alheias a nós, podemos entrar em processo de comparação e muito provavelmente podemos achar que alguém muito alegre não é autêntico.

Cada corpo metaboliza os nutrientes de uma forma diferente. Uma pessoa pode buscar exatamente os mesmos nutrientes que outra, mas o corpo metaboliza de forma diferente. Por isso cada um tem sua identidade e age de forma diferente.

“Quanto mais a gente busca o caminho de criar e expressar nossa própria identidade, mais teremos alegria autêntica”.

Nós e nosso meio

É inevitável que sejamos influenciados pelo meio onde nos encontramos, mas o meio não é suficiente nem a melhor maneira de nos alimentarmos. Quando buscamos nosso interior e nossa identidade e espiritualidade também somos nutridos.

Além disso, o meio acaba por gerar vieses de comparação e inveja. Se você não sente a alegria autêntica, é porque provavelmente sua nutrição está vindo de lugares errados. E mais: sua identidade está sendo desrespeitada.

Identidade e espiritualidade

Identidade é quem nós somos e espiritualidade é onde buscamos as informações que vão nos nutrir. Cada um tem sua espiritualidade: temos exterior e interior.

Fé ativa e esperança viva

A alegria autêntica vem da fonte que nutre quem você é. Por isso, é importante respeitar e obedecer a nossa identidade. Daí decorrem duas práticas importantes, a fé ativa e a esperança viva.

A fé ativa consiste em acreditar em coisas e valores e pôr em prática aquilo que está ao seu alcance. Já a esperança viva é sobre esperar a realização daquilo que acreditamos e agimos para alcançar.